Exuma – Punta Cana – Aguadilla (P. Rico)
MYEF – TJBQ
Tempo de voo 4h15
Combustível 28.9 gal
Altitude 11.500 pés
Média de 6.8 gal/h
No aeroporto de Exuma tudo foi muito rápido, ainda tentei com o computador entrar no sistema VPX (painel de fusível eletrônico), para ver se estava desligada a opção do GPS, nada feito, está tudo correto, então talvez na hora de instalar, mexer aqui e ali, deve ter desconectado o cabo do 496... Vou tentar amanhã me enfiar debaixo do painel e ver se consigo arrumar eu mesmo, sem causar mais danos.
Turks & Caicos a pista de Providenciales, evitei por recomendação de amigos, aumentaram muito as taxas de pouso, uma pena pois é um local muito bonito
Vi pousando um DC3, ou parecido, enorme avião a hélice, e depois dele decolei rumo a Punta Cana. Novamente de volta a 11.5000 o voo rendeu bem apesar do contra vento quase que total do voo, consegui voar a 140kt queimando 6.3 galões por hora.
A cada hora controlava o gasto de combustível do avião, e na Republica Dominicana, vi que estava um pouco enrolada gasolina, então solicitei ao controle Porto Domingo para prosseguir para Porto Rico. Grandes trecho de água sobrevoados, mas o avião não foi avisado, novamente !
Quando vi a ilha de Hispaniola, avistei o Haiti, vizinha da Republica Dominicana, é o país mais arrasado do Caribe. Já próximo a Santo Domingo comecei a pensar em evitar Punta Cana, verificando o consumo de combustível, e assumi que tinha mais de 6h de autonomia. O pouso em Porto Rico seria com 4h15 de voo, ou seja ainda com uma razoável reserva. Fui novamente para o oceano, na travessia para Porto Rico.
A direita o Haiti, a esquerda o início da Republica Dominicana
Aeroporto Internacional de Punta Cana
No aeroporto Rafael Hernandez funcionava uma base militar, hoje é um aeroporto primordialmente de carga, mas também com voos particulares. Apos o pouso na pista de 3.400m , saí na frente da alfandega. Desci do avião, fui até lá, mas ninguém abria a porta, então falei com a Torre, e fui para o FBO abastecer. Lá me falaram que eu deveria voltar para o “CBP” (Customs Border Police) e que eles iriam junto, depois o caminhão da gasolina viria. Voltei, fui super mal atendido a policial estava de mal humor, pediu um monte de documentos, ficou tensa porque não preenchi o EAPIS, mesmo argumentando que era uma parada técnica porque no meu destino original estavam com problemas com gasolina (...). O chefe até que teve muito mais boa vontade... resultado tomei um chá de cadeira de praticamente 1 hora num enorme terminal de alfândega, deserto e muito quente.
A pista em Porto Rico, aeroporto Rafael Hernandez
Eu não me senti bem vindo, foi aliás o único problema que tive até agora, nos diversos países que pousei durante esta viagem, esperava mais de Porto Rico
Após ser liberado, e talvez virá uma multa, que poderei argumentar e provavelmente ganharei (segundo o chefe...), abasteci o avião rapidamente. Plano de voo por telefone com Miami, e ao meu lado estacionou um Jato executivo poderoso, com matricula brasileira PR-OBE, vinha direto do Brasil para fazer alfândega neste local, depois direto para os EUA, pousando como voo interno, bem conveniente para eles. Começaram a tirar foto do RV7, e eu tirei deles hehe. Aliás quando estava passado por Turks & Caicos, escutei outro jato executivo Brasileiro pousando por lá.
Os poderosos !!!
Grande terminal de cargas FEDEX para a região toda
Achei que pousar nos EUA seria rápido para reabastecimento, sem maiores complicações, até pensei em passar a noite por lá, mas fiquei tão irritado, que resolvi literalmente levantar voo o mais rápido possível.
Nenhum comentário:
Postar um comentário